quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Tarde de sexta

Tarde de sexta é aquela que inverte a saudade
inventa a solidão de imaginar a hora do adeus
Semana que vem nem chegou e você já a quer aqui
Tarde de sexta é prólogo de noite vazia
os vazios andam tão cheios
de coisas vãs

Tarde de sexta, a quem eu devo escrever?
A uma senhora que me bagunça e me esculacha?
Mas não há suplicio nesse penar
Se ela é que me dá todos os dias a alegria de voltar
Ao mesmo lugar que é onde tudo começou
Tarde de sexta pode ser sinônimo de sábado em casa
Sem fazer nada ou até sem fazer tudo


Eu invento qualquer coisa
E a tarde se dissipa!
Eu em vento, qualquer coisa
e tarda e se diz pá!

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