quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Poesia Demasiadamente Inventada


Invente-se. Inverta-se. Mas não deixe que o zunido
dos carros te acomode no sofá rasgado
E nos acordes replicantes (sol, fá)
Acorde, a corda está no pescoço
Os projetos, ainda em esboço.
Parta uma vez para longe
Pra qualquer Horizonte Distante
mas não vista-se de roupas velhas
e de velhos hábitos, se incomode
com aquilo que te pergunta, e te responda
"Afinal, por que tudo isso mesmo?"
Se sou aquilo? Ou Isto?
Nada de Determinístico...os fatos surgem a partir do "por que?"
Nem rima, nem prosa, nem verso, nem verbo
nada surge do nada, só o tudo
A qual vocês insistem em chamar de VERDADE!

Nenhum comentário:

Postar um comentário