terça-feira, 20 de maio de 2014

Qual nome dar?

Apreço, são

desmereço então as fugas

em vão

E correr, e buscar o ali

logo lá, o porvir

Sei que estão

a me esperar




ou me deixar




Há preço são

em desmanchar os que retorcem

e contorcem sobre o mar

da imensidão

E Iemanjá, já é manhã

Lá do lógico, questão

que está

a disparar



desaparecerão

terça-feira, 13 de maio de 2014

Sem nome

A dor da espera da esperança
Estanca a dor em sombra e sóis
Antes dá dia e dá noite
E entre a espera da minha voz
Espere o som sair, ecoar
Do limiar, delimitar os estados
E os estouros da acústica
"Espero" é sempre mesmice de momento
É tempo sem hora, minha senhora
Não espere que eu chegue já