Apreço, são
desmereço então as fugas
em vão
E correr, e buscar o ali
logo lá, o porvir
Sei que estão
a me esperar
ou me deixar
Há preço são
em desmanchar os que retorcem
e contorcem sobre o mar
da imensidão
E Iemanjá, já é manhã
Lá do lógico, questão
que está
a disparar
desaparecerão
terça-feira, 20 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Sem nome
A dor da espera da esperança
Estanca a dor em sombra e sóis
Antes dá dia e dá noite
E entre a espera da minha voz
Espere o som sair, ecoar
Do limiar, delimitar os estados
E os estouros da acústica
"Espero" é sempre mesmice de momento
É tempo sem hora, minha senhora
Não espere que eu chegue já
Estanca a dor em sombra e sóis
Antes dá dia e dá noite
E entre a espera da minha voz
Espere o som sair, ecoar
Do limiar, delimitar os estados
E os estouros da acústica
"Espero" é sempre mesmice de momento
É tempo sem hora, minha senhora
Não espere que eu chegue já
Assinar:
Comentários (Atom)