terça-feira, 13 de maio de 2014

Sem nome

A dor da espera da esperança
Estanca a dor em sombra e sóis
Antes dá dia e dá noite
E entre a espera da minha voz
Espere o som sair, ecoar
Do limiar, delimitar os estados
E os estouros da acústica
"Espero" é sempre mesmice de momento
É tempo sem hora, minha senhora
Não espere que eu chegue já

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