O menino gosta dos exatamentes
Soma lá, pesquisa acolá
Diz, todo senhor das ciências,
Que são reles pedacinhos de poeira
Aquelas estrelas dançantes
Alumiando o inteiro do céu
Mas o menino é também feito
De pó e vento da poesia
Então tem um dia
Que o peito lhe bate, sentido
E a estrela, luzente, cadente
Até lhe dá bom verso
Pra ele dizer amor
Àquela menina faceira
A essa hora adormecida
No outro lado do seu pensar de poeta.
Hehe... toda prosa, eu. Mas no sentido de toda "metida". Que bacana vc ter trazido pra cá. Lisonjeada e grata, rapaz das exatas equações e incertas poesia.
ResponderExcluirBeijo!
O prazer é todo meu...poetiza oficial do blog
ExcluirBeijo!